quinta-feira, 28 de abril de 2011

Crescimento X Qualidade de Vida

O progresso da cidade não pode ser confundido com o conceito de crescimento imobiliário

- por Daniela da Camara, arquiteta e urbanista, Diretora do Instituto dos Arquitetos do Brasil - núcleo de Jundiai e Membro da Comissão de Plano Diretor da Prefeitura Municipal de Jundiai.

Em tempos de aquecimento econômico, a discussão sobre o dilema “crescimento x qualidade de vida” passou a ser frequente. E não há cidadão que negue a necessidade de crescimento dos centros urbanos, até para proporcionar melhores condições a todos. De outro lado, o crescimento desordenado da cidade pode representar o avesso do progresso, pois pode agravar ou provocar carências nos serviços públicos, especialmente quanto às vagas em creches e escolas, ao atendimento em postos de saúde, à eficiência no transporte público, na proporção “policial por habitantes”, dentre outras.

Neste ponto, o Planejamento Urbano passa a ser determinante por ser o processo de criação e desenvolvimento de diretrizes que visam aperfeiçoar ou revitalizar aspectos da área urbana. Ou seja, tem por objetivo tornar a cidade um lugar melhor para os seus moradores, limitando ou incentivando cada tipo de empreendimento em determinadas áreas da cidade para tornar equilibrada a relação entre a cidade e seus habitantes, essência da qualidade de vida urbana.

Progresso da cidade, portanto, não pode ser confundido com o conceito de crescimento imobiliário, cujo vilão é a exploração imobiliária, mas deve representar o desenvolvimento da cidade dentro do plano traçado em benefício da comunidade, principalmente porque a cidade é um organismo vivo, em constante transformação, portanto, não passível de congelamento. E neste objetivo, a participação do cidadão passa a ser fundamental na decisão dos rumos da cidade, devendo os técnicos e os políticos servirem de suporte na discussão.

Infelizmente, a participação popular ainda se encontra distante das decisões dos rumos da cidade, o que acarreta implicações desastrosas à almejada qualidade de vida. Basta pensar em duas questões: como será a cidade daqui a dois anos? Como eu gostaria que fosse minha cidade daqui a dois anos? Feliz do cidadão que pode dar a mesma resposta a ambas perguntas e ainda ter a perspectiva de ver sua cidade fluir livre dos muros dos condomínios, viva, segura e servindo bem à coletividade.

(Artigo publicado na Folha do Japi número 4)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Usuário misterioso cria várias contas falsas da Folha do Japi no twitter

Um usuário desconhecido criou uma série de perfis falsos da Folha do Japi no twitter. Ao ser avisado do fato, o jornal criou seu próprio perfil e anunciou no blog. Momentos depois, o perfil da Folha do Japi foi "suspenso" pelo twitter sem que fosse dada qualquer explicação. Uma hipótese é que alguém tenha denunciado o perfil várias vezes por "spam". A Folha do Japi pediu explicações ao suporte do twitter mas até agora não recebeu resposta.

Recebemos também um email de folhadoj@yahoo.com anunciando a criação dos perfis falsos. Esse email também é falso e não tem nada a ver com o verdadeiro email do jornal, que é folhadojapi@terra.com.br

A única pergunta que nos vem à mente é: a quem interessa criar emails e perfis falsos da Folha do Japi no twitter e fazer tanto esforço para que o nosso perfil verdadeiro seja suspenso?

Veja abaixo os perfis falsos da Folha do Japi criados pelo usuário misterioso:

Siga a Folha do Japi no twitter!


O endereço da Folha do Japi no twitter é: @FolhaDoJapiJund

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Edição 3 vem aí...

A próxima edição da FOLHA DO JAPI já está no forno e vai trazer reportagens e análises diferenciadas. Aguardem, nas bancas a partir de sábado!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Onde encontrar a edição impressa?

A edição impressa da Folha do Japi pode ser encontrada nas principais bancas da cidade, a partir de toda sexta-feira. E lembre-se: o jornal é gratuito! Basta pedir ao seu jornaleiro!

sexta-feira, 1 de abril de 2011