domingo, 31 de julho de 2011

Edição nº 17

Acaba de sair a 17ª edição do jornal que é diferente porque respeita a sua inteligência. Procure nas bancas, a distribuição é gratuita!








sexta-feira, 29 de julho de 2011

IV CONGRESSO ESTADUAL DE ARQUITETOS: A ATUALIDADE NA ARQUITETURA NACIONAL

- por Liane Makowski Almeida, presidente IAB/Jundiaí

Dentro da perspectiva da arquitetura e urbanismo como disciplinas que pensam o espaço construído com qualidade para a vida humana, na amplitude das relações sócio culturais, no tempo e espaço, é que se organizou o IV CONGRESSO DE ARQUITETOS SP.

Evento preparado pelo Instituto de Arquitetos de São Paulo (IAB/SP), com o apoio do Núcleo de Jundiaí, no Complexo Argos, em Jundiaí, entre os dias 29 e 31 de julho.

Os trabalhos abrangem três grandes eixos: Espaço Sustentável - o desenvolvimento sustentável e suas relações com a concepção espacial, e novas metodologias de pensar o espaço; Sociedade - as relações entre política e arquitetura, habitação de interesse social e sustentabilidade urbana; e Patrimônio - os modos e transformações na gestão do patrimônio arquitetônico, projeto de restauro na arquitetura e no urbanismo e a experiência da recuperação do conjunto em São Luiz do Paraitinga.

Outro foco do debate do Congresso é o novo cenário que se cria para o exercício da profissão com a instalação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo – CAU. A Lei Federal nº 12398/dez./2010 regulamenta o exercício da arquitetura e urbanismo, institui o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR e dos Estados e Distrito Federal – CAU, com as eleições gerais desses Conselhos agendadas para outubro desse ano.

O evento também será uma oportunidade para reunir arquitetos para trocar informações sobre as diversas realidades regionais e enriquecer o repertório pessoal de cada profissional.

Secretário da Prefeitura desaprova o jornalismo da Folha do Japi. Que bom!

No dia 16 de julho, o ex-presidente do PPS de Jundiaí, Cesar Tayar, publicou em seu blog do Beduíno (cesartayar.blogspot.com) uma denúncia sobre a pesquisa apresentada pela Austing Rating, que avalia Jundiaí entre as melhores cidade do mundo.

Movido pela denúncia do blogueiro, a Folha do Japi, através de seu editor, fez alguns questionamentos ao secretário de Finanças da Prefeitura, José Antonio Parimoschi, em um tópico criado por ele no Facebook justamente para se vangloriar em cima do resultado da citada pesquisa. Irritado com as perguntas, o secretário, que é também presidente do PSDB de Jundiaí, exigiu que jornal “ encaminhe suas perguntas para a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Jundiaí, como procedem os órgãos de imprensa da cidade”. Uma estranha reação, ainda mais para quem, alguns dias antes, havia contestado pelo mesmo Facebook uma reportagem da Folha do Japi. Ao ser lembrado disso, o secretário mudou de ideia e revelou que não tem “nenhuma restrição ao uso deste espaço para qualquer que seja o objetivo”, mas não sem antes afirmar que “jornalismo sério não é feito desta forma”.

É impossível para a Folha do Japi saber o que o secretário Parimoschi considera “jornalismo sério”, mas a redação do jornal afirma com traquilidade que ficou satisfeita em saber a opinião dele. Afinal, a Folha do Japi deixou bem claro desde o primeiro número que seu objetivo era cumprir as premissas básicas do jornalismo, que é investigar, denunciar e cobrar o poder público, ficando sempre ao lado da população - principalmente a mais carente.

Neste sentido, saber que um dos secretários da Prefeitura não aprova o jornalismo praticado pela Folha do Japi torna-se motivo de orgulho. A pergunta a ser feita, no caso, é: por que os outros veículos midiáticos de Jundiaí não incomodam da mesma forma os donos do poder? Como diz o ditado popular: o uso do cachimbo deixa a boca torta. E aqui na cidade cachimbos estão sendo usados pelas mesmas bocas há muito tempo...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Edição nº 16

Acaba de sair a décima sexta edição da Folha do Japi.
Procure nas bancas a partir de terça-feira.
A distribuição é gratuita!








terça-feira, 19 de julho de 2011

Governo de Miguel Haddad termina às pressas e sem segurança obras na avenida Nove de Julho

Obra demorou mais de três anos e foi terminada às pressas

Jundiaí teve festa marcada para o dia nove de julho em deferência à reinauguração da Avenida Nove de Julho, com direito a corrida noturna, após mais de três anos em obras. O prefeito Miguel Haddad está comemorando o término das obras e, por meio de nota, quer fazer crer que ela faz parte de “um conjunto de intervenções que refletem o desenvolvimento econômico e social, observado em Jundiaí nos últimos anos”.

Haddad afirma também que existe um crescimento ordenado e planejado que tem contribuído para a cidade se tornar um dos principais pólos industriais e logísticos da América Latina, o que automaticamente amplia o fluxo de veículos e pessoas na cidade, que precisa estar dotada de infraestrutura necessária para comportar o progresso observado.

O presidente da Delegacia Regional do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, Luiz Antonio Pellegrini Bandini, discorda da opinião do governo Miguel Haddad. “Jundiaí está tomada pela especulação imobiliária e ninguém consegue ordenar crescimento nesta situação. Mesmo que houvesse um planejamento robusto, com certeza não conseguiria ser executado, pois os interesses dos donos das construtoras são mais fortes”, denuncia.

Segundo Bandini, a obra foi necessária pela parte hidráulica, pois a avenida foi projetada em cima de um fundo de vale. “Mas ela foi lenta e pouco discutida com a cidade. A Prefeitura fez como quis, dando muito mais ênfase à parte arquitetônica, esquecendo de termos técnicos básicos”, afirma.

Para o ex-Secretário de Transportes da cidade de São Paulo e atual morador de Jundiaí, Lúcio Gregori, a reforma foi uma verdadeira seqüência de erros. “Diminuíram a calçada em uma clara intenção de privilegiar os automóveis, que foi confirmada em seguida, quando aumentaram a faixa de rolamento. Não respeitaram a mata ciliar prescrita em lei, além do sistema de iluminação que é muito estranho, pois devido à inclinação, acaba atrapalhando a todos que descem das travessas para a avenida”, comenta. Para Gregori, o pior é a falta de proteção do rio. “Deixaram uma avenida extensa sem proteção no rio, transformando-o em um grande perigo, como se não tivesse morrido ainda ninguém”, dispara.

Para o ex-Secretário de Transportes de Jundiaí, José Carlos Sacramoni, a falta de proteção resulta em um grande problema, onde a solução seria implantar as chamadas 'barreiras de New Jersey', construída em concreto e com elevada resistência ao choque - semelhante às margens da avenida Antônio Frederico Ozanan. Outra opção seria aplicar no entorno do córrego defensas metálicas – é o sistema que oferece maior segurança, devido à capacidade de retenção de veículos, assegurando o menor risco de ferimentos aos motoristas e passageiros. “A função destas defesas é lançar o veículo de volta para a pista, evitando que caia em algum canal”, analisa Sacramoni.

A Prefeitura instalou apenas proteções de vidro nas passagens de pedestres nas pontes, o que, na opinião dos especialistas, é um absurdo, pois no caso de um impacto ou atropelamento o vidro, além de não oferecer proteção nenhuma, pode causar lesões terríveis nos motoristas e pedestres.

Obra foi realizada com verba do Governo Federal

A vereadora Marilena Negro (PT) afirmou estar fiscalizando todos os convênios firmados pela Prefeitura e garante que o recurso utilizado para obra é proveniente do Programa Saneamento para Todos do PAC, enviado ainda durante o governo Lula. “Nenhuma propaganda foi divulgada sobre o investimento do Governo Federal para a obra”, critica a vereadora.

Foram repassados R$ 43 milhões do programa para Jundiaí, porém, a Prefeitura não respondeu para a reportagem da Folha do Japi qual foi o total gasto na reforma da avenida Nove de Julho. Calcula-se algo em torno de R$ 34 milhões.

sábado, 16 de julho de 2011

Edição Nº 15

Já está no ar a nova edição do jornal que respeita a sua inteligência.
Nas principais bancas da cidade, a partir de domingo!
Peça ao seu jornaleiro, a distribuição é gratuita.








sábado, 9 de julho de 2011

Folha do Japi nº 14

Acaba de sair do forno a nova edição do jornal que respeita a sua inteligência. Clique nas figuras para vê-las em tamanho real e procure um exemplar nas bancas da cidade. A distribuição é gratuita.







quinta-feira, 7 de julho de 2011

Funcionário da Prefeitura de Jundiaí revela que retira Folha do Japi das bancas

A carta com ameaças veladas aos donos de bancas gerou repercussões e debate acalorados na internet, principalmente no facebook. No grupo “Câmara Jundiaí Transparente” uma discussão sobre o tema rendeu 151 comentários.

Um dos participantes mais ativos foi Galdino Mesquita, cujo perfil no facebook indica ser funcionário da TV Educativa da Prefeitura de Jundiaí, que postou mais de 6 comentários em menos de uma hora. Detalhe: todos foram postados por volta das 15 horas, ou seja, durante o horário do expediente de trabalho. Além de apoiar a carta de Lazarini, Galdino revelou, talvez num ato falho, que percorre as bancas da cidade recolhendo a Folha do Japi: “Eu fiz a minha parte. Peguei um pacotão outro dia e entreguei pro Cata Treco”.


O advogado Mauricio Calefo, que foi candidato a vereador em 2004 na coligação que apoiava o PSDB, também achou normal a carta. Sobre a Folha do Japi, foi categórico: “Os jornais políticos entre esses outros (sic) Galdino eu utilizo aqui como banheiro para minha cadelina (sic) Ciça”.

Por outro lado, Rosana Lucas repudiou a atitude do dono da distribuidora e associou sua carta à administração do PSDB. “Acontece que os tucanos se blindaram e dominam até os jornaleiros. E tem gente que acha isso normal. Tratam-nos como se fossemos criancinhas que não sabem discernir entre o certo e o errado”, revolta-se.

Outro que condenou a carta foi o internauta Cristian Schulz, que ironizou: “Basicamente, amigo jornaleiro, se você distribuir a Folha do Japi, a guarda pretoriotucana cassa seu alvará, ou seja, seu direito de trabalhar”.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Vereador Durval Orlato (PT) critica consulta pública feita pela Prefeitura de Jundiaí

- por Durval Orlato, vereador do PT, no blog Mais Jundiaí

Novamente a Prefeitura de Jundiaí fez sua consulta pública, apenas pela internet, para o orçamento de 2012. Teve uma adesão muito baixa, menos de 1% da população. E não é a primeira vez que “ouvir o povo” sobre o Orçamento é feito só à distância.

O Orçamento Público, que é composto de todos os impostos arrecadados, é o projeto mais importante elaborado pelo prefeito, ano a ano. Para montar este orçamento, e apontar onde serão gastos o dinheiro do contribuinte, o prefeito deveria antes ouvir a população – e de preferência em várias regiões da cidade, mostrando o que é, como funciona e o que pretende fazer – mas ao invés disso, faz a consulta apenas pela internet. Nada contra, é um veículo de comunicação eficiente e ágil, mas não é o único meio e nem o mais adequado em várias situações.

Nem todos na sociedade tem acesso à internet, ou se familiarizam com a participação virtual, ou têm interesse por esta “fria maneira” de ser ouvido. Além do que, dentre os mais idosos e carentes, o tempo e o interesse dedicados aos computadores é menor ainda. Como se não bastasse, os apontamentos dos participantes desta “consulta virtual” feita a mando do prefeito Miguel Haddad, não está disponível para o público. Quem reclamou o que? Quem sugeriu as melhorias e em que bairros? São só estatísticas por secretarias e temas, mais nada. Menos de 1% participou. E por ser um “faz de conta” do prefeito é que a população disse não!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Secretário de Finanças da Prefeitura de Jundiaí contesta matéria da Folha do Japi

O secretário de Finanças da Prefeitura de Jundiaí, José Antonio Parimoschi, contestou a matéria da página 3 da Folha do Japi número 13:

"Com todo respeito à sua publicação, mas ela não condiz com as informações que prestamos sobre a Consulta Pública. Sua publicação, além de distorcer as informações sobre o programa, sonega a informação sobre a pesquisa com 2.000 moradores, realizada em todos os bairros da cidade, antes de iniciarmos a consulta pública pela internet. São duas etapas, que se complementam. E, você que é jornalista, sabe que a amostra do universo pesquisado de 2.000 entrevistados, é mais que suficiente para representar o conjunto da nossa população. Isso, sem contar os demais 1.775 que responderam pela internet. Feitos os esclarecimentos necessários, para preservar a informação da forma como ela foi prestada, me despeço. att José Antonio Parimoschi"

Resposta do repórter Felipe Andrade Silva, autor da matéria:

Caro senhor Secretário de Finanças, José Antonio Parimoschi,
Fui notificado sobre a sua observação quanto à matéria “Apenas 1% da população participa de consulta pública feita pela prefeitura” contida na página três da décima terceira edição do Jornal Folha do Japi. Informo que sou o autor da reportagem e vou elucidar sobre o processo adotado para a obtenção das informações:

1) No dia 22 de junho, às 11h40min, solicitei uma entrevista com o senhor pelo sistema disponível no portal da cidadania, obtendo o número de protocolo KA811612. Foram enviadas duas perguntas, sendo que uma se referia ao método a ser utilizado para atender as prioridades apontadas pela população e a segunda indagava sobre quais ações o programa adotaria para aumentar a participação popular. Eu estava baseado na informação das 1.775 participações;

2) Obtive a resposta no mesmo dia, às 17h36min, através da assessora de comunicação, Cintia Souza, que enviou um release, elaborado pela assessoria, que segundo ela, continha as informações solicitadas.

Tendo em vista o seu questionamento, e após nova análise no release, constatei a existência da informação referida. Informo que na primeira leitura feita a informação não teve a sua devida relevância pelo fato de estar fora da chamada da matéria, assim como em formato de citação, fatos estes que a fizeram se tornar menos relevante dos que as primeiras informações descritas.

A linha fina utilizada pelo redator da nota também ajudou na confusão, sendo: “Jundiaí está no rumo certo para maioria dos 1.775 participantes”, onde a frase induz ao entendimento que somente o número de participantes que responderam pela internet estava contabilizado.

O atual modelo de atendimento adotado pela assessoria de comunicação da Prefeitura colabora para certos contratempos, pois responde todas as solicitações do Jornal Folha do Japi, até hoje, por meio de nota, e, inclusive neste caso, ignorou as perguntas feitas e enviou um release com informações sumarizadas, não respondendo claramente as especificidades abordadas nas questões.

O fato de responder por meio de nota, e normalmente bem próximo do fechamento, impede que sejam feitas as eventuais réplicas.

Em suma, lamento pelo engano. Baseando-se na informação, foram ouvidos 3775 munícipes, resultando em 1,02% da população. No entanto, quando o texto afirma: Das 1.775 pessoas que participaram desta edição, 925 foram mulheres e 850 foram homens. “A mulher é uma excelente planejadora; especialmente aquela que administra sua casa e que, além das obrigações profissionais, ela sabe da importância de se definir prioridades no orçamento, analisou o secretário de Finanças", José Antonio Parimoschi. “A mulher tem mais sensibilidade para os problemas sociais”, completou, fica claro que somente as informações coletadas na internet foram usadas nas estatísticas, fator que também contribuiu para o engano.

Abaixo a nota completa enviada pela assessoria da Secretaria de Finanças:

- CONSULTA PÚBLICA 2012 -
Jundiaí está no rumo certo para maioria dos 1.775 participantes

Jundiaí, 16 de junho de 2011. A população atendeu ao pedido da Prefeitura de Jundiaí para participar da consulta pública online ao orçamento 2012, e a secretaria de Finanças registrou recorde de contribuições. Em dois meses, 1.775 pessoas responderam ao questionário eletrônico. As informações recebidas podem ser utilizadas pela administração para lastrear os projetos elaborados pelas secretarias.

A consulta pública é o primeiro passo para a elaboração do orçamento municipal. Agora, de posse das informações, as secretarias vão analisar os números e as indicações do cidadão. “A ideia é cruzar os resultados da pesquisa eletrônica com as informações da pesquisa de campo, realizada no mês de abril, com dois mil moradores, que conseguiu mapear todos os bairros da cidade”, adiantou o secretário de Finanças, José Antonio Parimoschi.

A dinâmica da Consulta Pública permitiu que as pessoas apontassem as
necessidades e demandas do seu bairro. Mas é importante lembrar, como já
explicou o secretário, que as ações devem ter alcance coletivo.

Para o prefeito Miguel Haddad, a Consulta Pública completa a visão de
planejamento de cada secretaria, que leva em consideração a realidade social e urbana da cidade. “É muito importante destacar que as informações são apontadas pelas pessoas que conhecem os problemas, usam os serviços públicos e vivenciam o dia a dia do bairro. E, quanto maior a participação, mais próximo da realidade das pessoas será o orçamento da cidade”, destacou.

Resultados apontam caminhos

Durante dois meses, o cidadão opinou e sugeriu temas como saúde, segurança,
educação, trânsito e transporte coletivo e outros serviços e ações que afetam o dia a dia de cada um. A participação foi bastante heterogênea, conforme previu Parimoschi: a faixa etária que se destacou foi a de adultos entre 25 e 34 anos (33,63%). Cidadãos entre de 35 a 44 anos (24,51%), 45 a 59 anos (22,31%) e jovens entre 16 e 24 anos (15,77%). Os aposentados também se manifestaram 3,77% das pessoas que responderam ao questionário tinham mais de 60 anos. “É com a participação dos principais atores sociais homens, mulheres e jovens que vamos conseguir construir um orçamento mais próximo da necessidade das pessoas. Por isso a participação de todos foi muito importante”, avaliou Parimoschi.

A sexta edição do programa Consulta Pública apresentou empate nas duas primeiras posições: Organização do Trânsito, Pavimentação e Conservação das
Vias Públicas foram os principais problemas apontados por 11,49% dos participantes. Em terceiro lugar, com 11,04% das opiniões, Ações de Apoio à
Segurança Pública e, em quarto lugar, Transporte Coletivo foi apontado como um problema da cidade para 6,87% das pessoas que responderam ao questionário eletrônico. “As opiniões do cidadão jundiaiense já começam a nos sinalizar as áreas que merecem nossa atenção”, analisou o secretário.

As demandas apontadas pelos participantes não refletiram, no entanto, na
percepção que as pessoas têm sobre a cidade como um todo: 30,25% deram nota
sete e 24,68% avaliaram com a nota oito a qualidade de vida oferecida a todos os jundiaienses. “Esta avaliação reflete que estamos no caminho certo”, comentou o prefeito Miguel Haddad quando soube dos resultados. A avaliação do prefeito está em sintonia com a opinião dos participantes da Consulta Pública: 62,76% dos jundiaienses estão satisfeitos morando em Jundiaí e satisfeitas morando em Jundiaí e 43,15% acreditam que do ponto de vista da qualidade de vida, Jundiaí está no rumo certo.

Mulheres foram, mesmo, a maioria
Ao longo dos dois meses, as mulheres foram maioria em todas as parciais divulgadas pela Prefeitura de Jundiaí por meio da secretaria de Finanças. Das 1.775 pessoas que participaram desta edição, 925 foram mulheres e 850 foram homens. “A mulher é uma excelente planejadora; especialmente aquela que administra sua casa e que, além das obrigações profissionais, ela sabe da importância de se definir prioridades no orçamento”, analisou o secretário de Finanças, José Antonio Parimoschi. “A mulher tem mais sensibilidade para os problemas sociais”, completou.

domingo, 3 de julho de 2011

Edição nº 13

Está no ar a 13ª edfição da Folha do Japi.
Clique nas figuras para vê-las em tamanho real.
Nas bancas a partir de segunda-feira.
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